Repique
Espaço de trabalho em Belém
a empresa

Repique nasceu de uma pergunta sobre o lado do ouvinte

Desenvolvemos recursos educacionais para quem precisa lidar com divergências no trabalho — não como técnica, mas como prática cotidiana.

nossa história

Como a Repique surgiu

A Repique foi criada em Belém por pessoas que trabalhavam com formação profissional e perceberam, ao longo do tempo, uma lacuna específica: a maioria dos cursos de comunicação ensinava como falar melhor, mas poucos tratavam de como escutar de forma mais útil durante uma troca difícil.

O problema não era de vocabulário nem de postura. Era de atenção seletiva — a tendência de, enquanto o outro fala, já estar preparando a resposta. Esse mecanismo é comum, quase automático, e raramente nomeado como o obstáculo real em uma conversa que trava.

O nome Repique vem do termo usado em toques de sino e percussão para descrever a repetição que prolonga o som depois do golpe inicial — a reverberação que permanece. A escolha reflete o que buscamos nos programas: que o efeito de uma boa escuta continue presente mesmo depois que a conversa termina.

Desde o início, decidimos trabalhar com grupos pequenos e formatos presenciais. Acreditamos que a prática de escuta precisa de um ambiente real — com pessoas reais — para se desenvolver. Simulações em texto ou vídeo não replicam o que acontece quando há outra pessoa na sala.

Missão

Oferecer recursos educacionais práticos que ampliem a capacidade de pessoas e equipes de lidar com divergências sem perder o fio da conversa.

Visão

Ser referência em Belém e no Norte do Brasil em formação para gestão de conflitos no ambiente de trabalho, com foco em prática acumulada e contexto local.

Valores

Clareza sobre o que ensinamos e o que não ensinamos. Respeito pelo ritmo de cada grupo. Transparência nos processos e nos materiais entregues.

equipe

Quem faz a Repique

MA
Mariana Albuquerque
Coordenadora de Programas

Formada em psicologia organizacional, atua há mais de dez anos com desenvolvimento de equipes no setor público e em organizações de saúde no Pará.

RC
Rafael Cardoso
Facilitador Sênior

Especializado em mediação de conflitos, trabalhou por oito anos com equipes de atendimento ao público em órgãos municipais de Belém antes de se dedicar à formação.

LS
Luciana Sena
Desenvolvimento de Materiais

Linguista com passagem por projetos de letramento organizacional, responsável pelos cadernos de trabalho e pela biblioteca de frases dos programas.

padrões de trabalho

Como conduzimos nossos programas

Avaliação prévia

Antes de iniciar qualquer programa, conversamos com o responsável pelo grupo para entender o contexto de trabalho e o tipo de situação mais frequente.

Progressão por camadas

Cada encontro retoma e amplia o anterior. Não trabalhamos com módulos independentes que possam ser pulados ou reordenados.

Documentação de progresso

Os participantes recebem folhas de observação ao longo do curso e o grupo acumula um registro escrito de cada rodada de prática.

Privacidade dos participantes

O que é compartilhado nas sessões permanece no grupo. Não divulgamos conteúdo de práticas nem identificamos participantes externamente.

Materiais em português

Todos os cadernos, exercícios e referências são produzidos em português brasileiro, com exemplos adequados ao contexto das organizações participantes.

Revisão pós-entrega

No Programa Institucional, mantemos revisões trimestrais por um ano após a entrega para acompanhar a aplicação interna do que foi desenvolvido.

sobre gestão de conflitos

O que entendemos por gestão de conflitos

Gestão de conflitos, no contexto em que atuamos, não se refere a técnicas de negociação nem a processos formais de mediação. Refere-se à capacidade cotidiana de sustentar uma conversa difícil sem que ela piore desnecessariamente.

Equipes de atendimento ao público enfrentam com regularidade situações em que a pessoa do outro lado está insatisfeita, repetindo a mesma reclamação ou fazendo pedidos fora do escopo do serviço. Nesses momentos, o principal recurso é a capacidade de ouvir de forma neutra — sem acumular tensão nem transferir frustração.

Esse tipo de escuta não é passivo. Envolve perguntas bem colocadas, resumos precisos e saber o momento certo de encaminhar o assunto para outra pessoa ou instância. São habilidades que podem ser desenvolvidas com prática estruturada, e é isso que os programas da Repique oferecem.

Trabalhamos em Belém porque conhecemos o contexto local — os setores de serviço, o ritmo de trabalho e os tipos de conflito mais frequentes nas organizações da região Norte. Isso nos permite desenvolver materiais e exemplos que fazem sentido para quem participa dos nossos programas.

próximo passo

Quer saber mais sobre como trabalhamos?

Entre em contato pelo formulário ou telefone. Conversamos sem pressa sobre o que você precisa e sobre o que podemos oferecer.